terça-feira, 18 de setembro de 2012

Reciclagem de latas


Muitas vezes jogamos estas latinhas no lixo podendo ser usadas como reciclagem. Mas que tal agora pensarmos um pouco em como reciclar latinhas.
Criar coisas uteis para casa ou até mesmo dar de presente para alguém em data especial como lembrancinhas?
Além das ideias na imagens abaixo, podemos fazer diversos utensílios como: porta lápis, porta trecos, porta carta, porta documentos, porta toalhas.
Podemos reaproveitar e reciclar as latinhas: de leite, nasceu ou achocolatado, mucilon ou cereais, milho, molho de tomate entre várias outras latinhas.

Porta documentos


Porta colheres



Porta lápis


Porta trecos ou Porta lápis


sábado, 15 de setembro de 2012

Brinquedos reciclados para crianças

São brinquedos feitos a partir de rolos de papel higiênico que se repararmos, são um monte deles que vão sendo jogados fora. As próprias crianças podem fazer, pois irá ser distrativo e elas poderão vir a gostar e sempre querer fazer!
Vamos ver como se faz:



Binóculos:

Vai precisar de dois rolos de papel higiênico. Pinte os rolos com tinta guache ou outro tipo de tinta atóxica e deixe secar. Cole os dois rolos com cola branca. Você também pode colocar um pedaço de papelão na parte superior dos rolos, ou entre eles, para uni-los de maneira mais fácil, desta forma você pode ajustar a distância entre os rolos para que fiquem centralizados nos olhos da criança. Quando a cola estiver seca, faça um furo em cada lado do binóculo, em uma das extremidades, e amarre um barbante para que ele possa ficar pendurado no pescoço da criança.







Polvo:

As crianças pequenas podem praticar suas habilidades com a tesoura sem ponta cortando e enrolando as pernas de um polvo. Pinte o rolo de papel higiênico com qualquer cor. Dobre-o levemente e, em seguida, use uma tesoura para cortar a parte de baixo de um dos vincos - parando no meio. Faça o mesmo corte do outro lado. Você vai ficar com duas abas. Deixe o rolo na posição normal, deixando-o cilíndrico novamente. Enrole cada perna de papelão em torno de um lápis para enrola-lo ligeiramente para cima. Cole ou pinte os olhos e desenhe uma boca abaixo deles. Use alguns círculos de papel para fazer as ventosas do polvo nas pernas.







Carrinhos de corrida:


Pinte um tubo de papel higiênico com tinta acrílica para dar um efeito brilhante no acabamento de um carro de corrida. Faça um recorte ligeiramente à frente de um rolo de papel higiênico, com cerca de três centímetros, para que seja a cabine de pilotagem. Esse recorte pode ser oval ou retangular. Corte quatro círculos de papelão de 2,5 cm para fazer os pneus e cole-os. Você também pode utilizar tampinhas de garrafa plásticas para fazer as rodas e fixa-las com arame. Adicione adesivos e o número do carro de corrida. Você também pode usar uma tampa de produto de limpeza para fazer o piloto.






quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Utilidades para materiais reciclados ou não reciclados

Passando o olho nas notícias, reparei que podemos usar materiais reciclados ou não de formas diferentes na decoração de casas, apartamentos, varandas...
Vejam só:



Latinhas de Neston viraram vasos para plantas


Abajur feito com a parte de cima da garrafa Pet


Caixote vira porta-vasos para plantas



Pote de sorvete e feltro: Caixa de costura


Puf feito com aproximadamente 32 garrafas Pet


Latinha de Nescau virou local para guardar fuxicos


Antigo lista telefônica virou porta-lápis


Rolo de papel toalha: Suporte para fios


Estante feita de gavetas



Querem mais dicas?
Vejam esses vídeos e façam o que vocês gostarem :]

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Usina de Reciclagem

Coleta Seletiva ou Usina de Reciclagem e Compostagem?


A usina de lixo é um conjunto de máquinas (esteira rolante, eletroímãs, peneiras, etc.) e funcionários que separam da massa principal de lixo, que será transformada em adubo, os objetos recicláveis. Segundo alguns especialistas, as usinas vendidas no Brasil têm tecnologia obsoleta, transferida dos países desenvolvidos para os países pobres. Num programa de coleta seletiva, a usina é a própria comunidade, separando resíduos nos domicílios e estabelecimentos, e alguns funcionários que concluem esta separação, sem necessidade de maquinário especial, numa central de triagem. Do lixo que chega a uma usina recupera-se, em média, 3% de recicláveis. Na usina da Vila Leopoldina, em São Paulo, a recuperação de recicláveis é da ordem de 1,5 %! (LIMPURB-PMSP, 1999). Papel e papelão, presentes em grande quantidade no lixo urbano, são quase sempre perdidos por estarem sujos de resíduos orgânicos e misturados com papéis sanitários.

A produção de rejeitos (tudo aquilo que não se aproveita da triagem, retornando ao lixão ou aterro, como as embalagens compostas de vários materiais ou a vácuo, papel carbono, isopor, tecidos, etc.) é de 42%, em média. Em São José dos Campos, SP, chega a 71%! A eficiência das operações está diretamente ligada à competência e boa vontade dos funcionários nas esteiras, o que torna o processo muito vulnerável, e não conta com o auxílio prévio da população. Num programa de coleta seletiva recupera-se cerca de 90 % de recicláveis - os 10 % restantes são rejeito. O composto orgânico formado na usina contém cacos de vidro, tampinhas e outras miudezas inorgânicas que "escaparam" da triagem, e às vezes está contaminado com metais e líquidos tóxicos (que vazam de pilhas, por exemplo). Um estudo realizado em 21 usinas de alguns estados brasileiros revelou a presença de metais pesados - como mercúrio, chumbo e cobre - no composto orgânico em diferentes estágios de maturação. Essa baixa qualidade do composto levou a usina de Araras, no interior de São Paulo, por exemplo, a estocar 9 mil toneladas deste composto, para as quais não havia compradores interessados.

Segundo os pesquisadores, os níveis de contaminação poderiam baixar de duas formas: a) tornando o processo aeróbico, o que exige um acompanhamento mais especializado e um tempo de maturação maior e, basicamente, b) fazendo-se uma separação prévia dos resíduos através da coleta seletiva (Debates Sócio-Ambientais, 1995). Já o resíduo orgânico coletado seletivamente pode ser compostado em montes com umidade e arejamento adequados. Isso não exige máquinas, pois o material já vem separado pela população. Os materiais separados na usina, devido à sujeira e contaminação, valem muito menos no mercado de recicláveis que aqueles coletados seletivamente. Este valor é normalmente determinado por decreto, enquanto que o dos recicláveis oriundos de programas de coleta seletiva é negociado livremente com sucateiros e indústrias. Uma usina costuma ser apresentada (e vendida!) a administradores municipais como um equipamento milagroso, que consegue "dar um fim ao problema do lixo" (segundo diversos prospectos e folders de propaganda), dispensando outras alternativas para seu tratamento e, ainda, gerando lucro. É bom lembrar que sua operação tem custo alto, exigindo troca periódica de peças e um tempo "de descanso" para manutenção.

O retorno financeiro de uma usina é nulo. Não há nenhuma usina brasileira que seja, sequer, auto-sustentável. A receita da usina de Vitória, ES, por exemplo, cobre apenas 30 % de suas próprias despesas. Apesar destes evidentes inconvenientes, muitas usinas se mantém no País, operadas por empreiteiras remuneradas pelas prefeituras de acordo com o número de toneladas de lixo processadas. Se a produtividade deste serviço, e respectivo pagamento, fosse em função das toneladas efetivamente recuperadas, tanto de recicláveis quanto de compostáveis, talvez as operadoras tivessem mais interesse em aprimorar o rendimento da triagem, diminuindo os rejeitos do processo que acabam indo para lixões e aterros. Mais grave, porém, que todos estes aspectos operacionais, é o fato de que a instalação de uma "usina de lixo" numa cidade não contribui para uma reflexão em torno do desperdício e da geração de resíduos. Pelo contrário, alivia a consciência da comunidade, que se sente no direito, graças à nova parafernália tecnológica, de consumir livremente e descartar tudo aquilo que não quer mais... Por último, considerando o fato de que a "usina não recicla nenhum material, apenas separa os materiais..." sugere-se que o termo mais apropriado para este tipo de instalação seja Centro de Triagem e Recuperação da Matéria Orgânica (CASTRO, 1996).


























Créditos:  http://www.lixo.com.br/site_antigo/www.lixo.com.br/usina.htm

sábado, 8 de setembro de 2012

Processos da reciclagem


A reciclagem é processada de três maneiras: Mecânica, energética ou química.

• Reciclagem Mecânica: Consiste na limpeza, moagem e transformação dos
resíduos novamente em grãos para serem reaproveitados.

• Reciclagem Energética:  Processo que recupera a energia contida nos 
plásticos através da combustão de altos-fornos ou em fornos de cimento para 
ser utilizado na geração de energia elétrica, substituindo o combustível fóssil 
como o óleo combustível.

• Reciclagem Química: Processo que implica no craqueamento dos materiais
plásticos para a produção de substâncias químicas simples (gases e óleos) –
esse tratamento torna possível o retorno das características e propriedades dos
plásticos virgens.



Há também o ciclo de reciclagem da matéria orgânica:





quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Reciclagem eletrônica

Oi gente (:
Hoje vou falar novamente de Reciclagem, mas de produtos eletrônicos!

No mundo são descartados cerca de 50 milhões de toneladas de lixo tecnológico e uma pequena parte desse volume é reciclado. Esse material aumenta três vezes mais rápido que o lixo comum e a previsão é triplicar nos próximos anos.

Foi lançado um alerta mundial para a reciclagem do chamado e-lixo. Dezenas de países aprovaram normas que obrigam o seu reaproveitamento, responsabilizando os fabricantes pelo destino final dos equipamentos.





Créditos: http://www.gusucatas.com.br/index.php

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Reciclagem

Oi gente! Como disse, esse mês falo sobre a reciclagem.
Vamos ao assunto:



SÍMBOLO INTERNACIONAL DA RECICLAGEM


O que é reciclagem?
Reciclagem significa transformar os objetos que já foram utilizados um dia em novos produtos de nova utilização.

Por que reciclar?
Para poder contribuir com a melhora do mundo, precisamos fazer alguns gestos como por exemplo ajudar na coleta seletiva. Com isso reduz a poluição do ar, da água, das ruas... Existem muitas indústrias que já fazem reciclagem da maioria dos materiais que usam para nos dar em troca um novo.

O que podemos reciclar?
O mais comum de se reciclar são vidros, plásticos, papéis e metais. Mas também podemos reciclar outros materiais: Os orgânicos, os resíduos e até mesmo madeiras!
Contribuindo assim com a melhora do mundo de forma que ele passe a ficar mais limpo.





* Novo post sobre reciclagem na quarta-feira, fiquem atentos! (: